Servidores municipais de Glória aderem a Greve Geral e paralisarão atividades no dia 18 de março

Os servidores públicos municipais de Nossa Senhora da Glória paralisarão suas atividades profissionais nessa quarta-feira, (18), se somando à Greve Geral em defesa do serviço público, dos empregos, dos direitos, da educação e da democracia, convocada pelas centrais sindicais.

Durante a paralisação nacional do dia 18/03, os servidores públicos municipais vão aproveitar para cobrar da Administração Municipal a resposta às suas reivindicações de revisão do salário base dos cargos de motoristas, técnico de enfermagem e auxiliar de consultório de dentista; atualização do piso nacional dos agentes comunitários de combate às endemias; e a jornada de 6 horas para os novos servidores.

Os servidores aguardam a resposta da administração desde 2019. A administração havia se comprometido em se reunir com o Sindiserve em janeiro de 2020, depois remarcou para o dia 09 março. Segundo Renata Oliveira, coordenadora geral do Sindiserve, a reunião com o Prefeito Chico do Correio não aconteceu por que o mesmo se recusou atender a direção do Sindiserve pelo fato dos servidores estarem em vigília aguardando a resposta do prefeito, na Praça em frente à prefeitura.

“Fomos dois dias consecutivos à prefeitura na esperança da direção do Sindiserve ser atendida, mas o prefeito não atendeu, até a presente data não enviou nenhum ofício com a resposta às demandas dos servidores para o sindicato. A diretoria do Sindiserve reafirma a sua posição de querer dialogar e negociar com a administração como fez nos últimos 8 anos e aguarda que o Prefeito mude de atitude.” – frisou Renata.

Com relação a Greve Geral, Itanamara Guedes, Presidenta da FETAM, informa que dia 18 de março é dia de lutar contra o desmonte do Estado brasileiro promovido pelo Governo Federal, que congelou os investimentos nas políticas públicas o que tem provocado grandes impactos para os servidores e a população diante do atraso do repasse dos recursos, a exemplo do repasse da política de Saúde e da Assistência Social.

“A orientação das centrais sindicais é manter a paralisação e apenas suspender os atos de ruas por causa do risco do contágio do coronavírus”, destacou Guedes.

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