NA DEFESA DA VIDA, SEJA ELA QUAL FOR.


- 24 de julho de 2020 | - 10:20 - - Home » » »

Na ultima terça-feira, 21, um grupo de voluntários e protetores de Nossa Senhora da Glória, representados pelas ativistas Maria Luciana, Nilvania dos Santos, Fernanda da Silva, Isabelle Barboza e Glidicelma Dantas, foram à delegacia para registrar Boletins de Ocorrência acerca dos crimes de maus-tratos dos animais que vem sendo praticados na cidade, dentre eles: O caso de Bolinha, Chumbadinha e por fim, o mais recente e de grande repercussão, Glorinha, filhote que sofreu vários tipos de violência e que não resistiu.

O grupo afirma que está cansado de saber que pessoas que praticam esses crimes ficam impunes. Na maioria dos casos sabem-se quem foi o criminoso, porém, as pessoas não sabem como agir e, às vezes, não tem provas que atestem quem realmente foi o culpado. Mas, sabemos que algo precisa ser feito e fomos fazer, buscamos informações e fomos denunciar e exigir que autoridades policiais investiguem, haja vista, que existem legislações que asseguram direitos aos animais, que os protegem da maldade humana.

Durante o diálogo com o Delegado Samuel, que foi intermediado pela sindicalista e Assistente Social Itanamara Guedes, apoiadora da causa, o mesmo se sensibilizou com o trabalho voluntário de proteção aos animais do grupo e se comprometeu em apurar os casos denunciados de maus-tratos e apoiar a causa concedendo entrevista a uma rádio local da cidade, com o objetivo de explicar sobre os direitos dos animais, os crimes e as respectivas penas que os criminosos estarão submetidos. Foi firmado um compromisso da delegacia com os protetores para juntos enfrentarem a situação de maus-tratos aos animais.

O grupo lembra que a denúncia de maus-tratos é respaldada pela legislação federal, como a Constituição Federal de 1988, a Lei de Crimes Ambientais de 1998 e a Lei n° 9.605, que no “Art. 32 determina:
“Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos: Pena- detenção, de três meses a um ano, e multa. § 1º. Incorre nas mesmas penas quem realiza experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos.§ 2º. “A pena é aumentada de um sexto a um terço, se ocorre morte do animal.”

Não silencie, não feche os olhos para os crimes contra os animais, nós somos a voz deles. DENUNCIE: Vá à Delegacia de Polícia, à Promotoria de Justiça, ou Ligue 181.

Por: Redação Mais Sertão
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