A loira de branco com uma cruz na mão na Rota do Sertão 


- 6 de março de 2019 | - 10:42 - - Home » » » »

Por: Manoel Belarmino

O fazendeiro João Francisco, do sertão do Ceará, da região do Cariri Velho, estava de passagem por Sergipe. O fazendeiro saiu do Ceará com o seu genro e o seu filho para a cidade de Lagarto em Sergipe, para participar da festa da 52° Exposição Agropecuária de Lagarto, no Centro Sul de Sergipe, naquele mês de setembro do ano de 2015.

Na longa viagem, anoiteceu ainda na cidade de Delmiro Gouveia. Pararam em Piranhas para jantar. E depois das vinte e duas horas, resolveram continuar a viagem naquela noite tranquila de quinta-feira. Pela Rodovia Estadual Rota do Sertão entraram em Sergipe. A viagem estava tranquila. No seu carro possante, estavam, além do próprio João Francisco, João Alexandre, o seu genro, e Maurício, o seu filho. Os três viajavam tranquilamente. De repente, quando chegaram naquele trecho da Rodovia, nas proximidades da Pioneira, entre Canindé e Poço Redondo, avistaram uma mulher vestida de roupas brancas e longas, caminhando, sozinha, pela margem da Rodovia com uma cruz preta na mão. Uma mulher esquisita. Aquela imagem feminina, noturna e solitária, chamou a atenção dos três. João Alexandre, que estava dirigindo, reduziu a velocidade do carro para que vissem melhor aquela mulher estranha, esquisita, sozinha, caminhando, já tarde da noite. Viram que a mulher tinha um rosto sizudo, mas era uma loira muito bonita. Cabelos loiros e compridos. O vestido era todo branco e parecia que brilhava naquela noite.

Os três viajantes ficaram ali paralisados, arrepiados e trêmulos, de olhos arregalados, vendo aquela linda moça de branco. A moça nem olhava para eles e nem deu ligança. Continuou caminhando, caminhando… e sumiu na estrada em sentido contrário ao dos viajantes.

O senhor João Francisco me contou essa história enquanto tomava um suco de limão na Lanchonete do Posto de Seu Zé Luiz aqui em Poço Redondo, quando estavam retornando de Lagarto e o seu filho e o seu genro disseram que foi assim a história da loira de branco com uma cruz na mão.

Eu soube que Joelson, Arlindo e Adailton, moradores de Poço Redondo, também já viram essa mesma moça naquele trecho da Rodovia nas proximidades da Pioneira à noite.

Se é verdade verdadeira eu preciso ver, mas o seu João Francisco me contou e jurou que viu de verdade a Loira de Branco com uma Cruz na Mão na Estrada da Pioneira.

Por: Redação Mais Sertão
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